Pretendo nos próximos dias relançar o Blog do Rick. Com uma visão mais crítica, ácida e móvel. Sim, sim. Móvel.
Vamos juntos?
Pretendo nos próximos dias relançar o Blog do Rick. Com uma visão mais crítica, ácida e móvel. Sim, sim. Móvel.
Vamos juntos?
Há muito tempo eu não posto nada aqui. Achei o aplicativo do Blogger para Android. Vamos testar? Caso seja legal, acho que escreverei mais vezes aqui.
Atividade paranormal segue a linha do filme “A Bruxa de Blair”. O começo do filme se resume a uma câmera, um casal e um bocejo. A história fica interessante quando o espírito demoníaco começa a se manifestar e perseguir o casal. As melhores cenas são as do quarto. Vale pelos sustos e os gritos no final. A história é simples – e chata.
Já 2012 era pra se basear no calendário do povo Maia. Esse calendário é fechado em Eras e, ao final de cada uma, o mundo é destruído para surgir um novo. No filme, a teoria foi explicada em 5 minutos por um louco num trailer. Essa explicação só vai acontecer mais de 40 minutos depois que o filme começa. Até lá, quem não conhece a história fica a ver navios. O longa-metragem começa no campo da ciência, onde um geólogo relata catástrofes que irão ocorrer. Volta ao passado, aos Maias. Termina nas arcas do Noé (Bíblia). Diferentemente de outros filmes proféticos, 2012 tinha tudo para ser realista, mas apenas conta uma história fantasiosa do fim dos tempos. Ficou devendo explicações.