
Para ler ouvindo:
“Nem tudo é como você quer
Nem tudo pode ser perfeito
Pode ser fácil se você
Ver o mundo de outro jeito”
Aprendemos com os erros. Pelo menos esse deve ser um princípio básico da nossa existência.
Recentemente, conversas no trabalho, no MSN e Gtalk, me fizeram abrir um pouco mais a mente. Com o foda-se ligado em modo básico (são 4 fases: básico, ponderado, avançado e insano) tenho levado os últimos dias. Considerei muita coisa, afinal fazemos tudo muito certo e, às vezes, coisas perdem o rumo. É melhor deixar tudo se arranjar por si.
Alguns dos pontos relevantes são: nossa preocupação com o capital. Claro que dinheiro é importante – para bebidas, sexo, amigos, baladas e rock 'n' roll. O resto se parcela e vê no que dá. Outro ponto é pensar em que as pessoas irão pensar. Vivemos em uma sociedade que valoriza a opinião do outro, em detrimento das nossas verdades e princípios. Somos capazes de mudar nossas ideias pelo simples motivo de ninguém querer aceitá-las.
Dizer “pare o mundo que eu quero descer”, não é válido. Válido e você girar com ele e seguir em frente. Ter controle da vida é preciso, mas não em todos os assuntos. Amor é um deles. Buscamos amores de um dia, de uma noite e de uma vida. Amor não se busca. Se deixa encontrar.
Quantos trabalhos ficam prontos no original e tantos outros se perdem nos rascunhos? Pensar demais pode ser um mal quando não usamos as devidas doses. Ficar considerando os malefícios e benefícios antes, só trás infelicidade. Afinal pensar é o rascunho de agir.
Estamos aqui para aprender com os nossos erros e com os dos outros. Partilho com vocês mais um passo neste aprendizado.
Imagem: Latinstock












